quarta-feira, janeiro 03, 2018

2018 no lugar e 2017 no lagar


O ano acabou. O ano começou. Nesse finado 2017 tive muitos dissabores, como a consolidação do golpe e do encolhimento dos direitos dos trabalhadores. Perdemos gente valiosa, tanto para mim quanto para o mundo. Logo no primeiro semestre, minhas avós, Maria da Conceição Santos Medina e Vivaldina do Nascimento. Para o mundo, partiram pessoas geniais,
como Elvira Vigna, George Romero e Ângela-Lago.
Mas não estou aqui para contabilizar perdas, e sim para perceber que esse ano, como a Vida em si, apontou para um Renascimento, para um Renovo, para a Esperança.
Tive a oportunidade de conhecer gente incrível. E também de aprofundar a amizade com pessoas incríveis que já conhecia. Fui impactado e transformado pelo Candeia - Mostra Internacional de Narração Artística. Vi nascer o Coletivo Narradores, com privilégio de poder integrar esse processo. Tive uma participação muito
proveitosa no Festival Internacional de Literatura de Belo Horizonte - FLI-BH.
Muitas outras maravilhas aconteceram. Confirmei em palavras, gestos e imagens que encontrei o Amor para toda Vida, ao firmar meu noivado com Pâmela Bastos Machado, companheira de palavras, histórias e sonhos.
Testemunhei o nascimento de Lucía, Aurelinho e Haku, três gatinhos muito especiais.
A apoteose de 2017 foi entre amigos valiosos, embora tantos outros não estivessem presentes. Saibam, porém, que estavam no coração.
Seria impossível escrever aqui todas as boas coisas que me aconteceram. Assim, depois de pisotear e escarafunchar 2017, descobri que saí vitorioso, renovado, transformado e pronto para mais encontros e escutas, em 2018. E, claro, FORA TEMER!

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