segunda-feira, maio 08, 2017

Apresentação na Frente Pela Gastronomia Mineira


Gastronomia pode ser um tema delicioso para os ouvidos e para a imaginação também. Foi assim que compareci à Frente Pela Gastronomia Mineira, no Museu Histórico Abílio Barreto, para narrar histórias.
A princípio, acreditei que o desafio seria maior que minha habilidade. Pensei um bocado em quais histórias escolheria. Para mim, comer também é um ato de afeto, uma relação de amor. Sei que nossa sociedade, com seus fastfoods e foodtrucks, muitas vezes nos faz esquecer disso. Porém, nossas refeições ainda são fenômenos sociais. Além disso, a comida é um bom pretexto para tornar uma reunião mais agradável, proporcionando momentos de trocas, de aproximações.
Além disso, toda boa cozinheira é também uma contadora de histórias, preparando cada prato com sua receita e ingredientes, mas também com seu toque especial, sua vivência própria que tanto contribui para a comida ser saborosa na medida certa.
E quantos de nós já tivemos uma boa prosa ao pé do fogão, regada com muito café e carinho... Cozinha, em Minas, é sinônimo de boa conversa.
Comecei a narração com "A sopa de pedra", versão de Bia Bedran. Em seguida, contei "A Bruxa Salomé", de Audrey Wood e Don Wood. Fechei com "O caso do bolinho", no reconto de Tatiana Belinky. Contei com a colaboração de todos, com as palmas e sorrisos.
Agradeço o convite da Flávia Werneck da Belotur. Foi uma excelente oportunidade. E não posso deixar de mencionar a Pâmela Machado, que registrou o momento e me mandou tão boas energias.

Foto realizada pela Pâmela Machado (http://cadernodapam.blogspot.com.br).

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