quarta-feira, fevereiro 12, 2014

Uma história antes não contada

Como divulguei há alguns dias, estive no CEFET-MG, na VI Jornada de Edição, como convidado. Não posso fugir do clichê e dizer que foi um momento mágico, especial. Afinal, foi isso mesmo. Quando recebi o primeiro contato da professora e escritora Ana Elisa Ribeiro, fiquei surpreso e cheguei a pensar se teria de fato algo a dizer. Ela me tranquilizou, informando que o objetivo era que eu compartilhasse minha experiência editorial. 
Da surpresa, pulei direto para a empolgação. Afinal, como disse no início de minha palestra, é um privilégio ter voz em um país em que isso é tão difícil. Dei-me conta, então, que nunca havia narrado minha experiência ao público, ainda mais a um público tão especial. Essa trajetória por vezes tortuosa nunca foi inteiramente narrada. 
Quando estive com os alunos do curso técnico do CEFET-MG, no final do ano passado, relatei o processo de criação do livro O Medalhão e a Adaga, com seus longos 15 anos. Contudo, ainda me faltava traçar esse histórico desde a primeira vez que tive um primeiro texto publicado.
Foi de fato um enorme privilégio poder compartilhar com estudantes do curso de Letras os percalços e infortúnios de um escritor aprendiz, que buscou na faculdade de Letras, ainda que erroneamente, as ferramentas para aprimorar seu fazer literário.
Bem, fico devendo agora a este espaço um post completo com essa trajetória. Mas deixarei para outro momento. Além do mais, devo também uma outra postagem especialmente dedicada aos alunos do curso técnico do CEFET-MG, que me receberam novamente com tanto carinho na semana passada.
Portanto, deixo mais uma vez meu agradecimento aos organizadores da VI Jornada de Edição, na pessoa do Caio Saldanha. Agradeço também ao grande amigo Luiz Henrique de Oliveira, escritor e pesquisador notável, que compartilhou comigo esse momento especial. Deixo aqui também meu profundo agradecimento aos amigos de coletivo Simone Teodoro e Rodrigo Teixeira, que me honraram com seu apoio. E por falar em apoio, agradeço à Ana Luiza de Freitas Rezende por sua presença sempre tão firme e luminosa.

Mais uma vez, obrigado!

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